quinta-feira, 12 de junho de 2008

Prólogo.

O trânsito de São Paulo estava insuportável; a Avenida Paulista um caos.
Eliza queria saber d'onde saíra tanta gente.
"D'onde raios tanta gente sai?", pensava, mais que indiguinada.
O som do seu carro não abafava as insuportáveis buzinas, buzinas e buzinas que simplesmente não paravam de gritar gritos que ela sabia conter muito bem nessas horas. O som do seu carro era bom, mas não abafava seu stress, seu dia, sua ira, sua pressa. A casa estava esperando Eliza, assim como Eliza esperava sua cama, mais que tudo.
Seu carro era confortável, caro, pretensioso e vermelho, como as suas unhas, seus cabelos, seu colar. Nem tudo era tão obviamente vermelho, pois seu sangue mais parecia Azul.
Da cor do som.
Da cor do céu.
Da cor de seus olhos,
e de seus cabelos, quando adolescente.

- Puta que me pariu - e buzinou como todos.

Um comentário:

Unknown disse...

Eliza me lembra uma certa Eliza (ooohh....naum....sériu??) que na verdade naum existe XD eh uma personagem de anime ^^ meio já morta, mas enfim....quanta informação inútil to colocando aqui neh, hehehe

O problema, ou não, eh que agora eu vou imaginar a Eliza como sendo esta tal Eliza q eu falo, ainda que soh visualmente, talvez....

mas sobre o texto...

Infelizmente não podemos acelerar sempre.....

Essa é a frase que ficou me "buzinando" a cabeça agora.....

Aew! Mais coisas pra ler XD

o/